quarta-feira, 12 de junho de 2013

Dia dos namorados ou dia dos comerciantes?

Como todos no Brasil (e somente aqui) sabem, hoje é o dia dos namorados, mas essa data somente é comemorada no dia 12 de junho nesta humilde república latino-americana, pois no resto do mundo comemora-se no dia 14 de fevereiro, que é o dia de São Valentim (Valentine's Day, Día de San Valentín), desconhecido por quase todos no nosso país. Mas vocês devem estar-se perguntando: por que no Brasil a data é diferente dos outros 190 países existentes no planeta?
Esse fato se deve a apenas um indivíduo: o publicitário João Dória. No final dos anos 40 ele soube que em certos países havia uma data destinada aos namorados, que é o dia de São Valentim. Mas ele decidiu que o dia fosse comemorado em junho, pois esse era um mês fraco para o comércio. Dória foi procurado por uma associação de comerciantes frustrados do estado de São Paulo para que tivesse uma idéia para alavancar as vendas no mês de julho. Então ele decidiu instituir o dia dos namorados neste mês. Foi escolhido o dia 12 por ser véspera do dia de Santo Antônio, considerado o santo casamenteiro na tradição brasileira. Em 1949 foi comemorado o primeiro Dia dos Namorados do Brasil. Dória criou o lema "Não é só de beijos que se enche o amor" e foi um grande sucesso, as lojas venderam como nunca.
Podemos perceber que o nosso dia dos namorados é apenas uma data artificial criada para encher o bolso dos empresários, um "engana-trouxa" criado para movimentar o comércio utilizando-se do sentimento dos indivíduos. Ou seja, o Dia dos Namorados não é nada romântico, mas sim capitalista. Ao invés de adotarmos o dia 14 de fevereiro, como em qualquer país do mundo, inventamos uma data para esse fim apenas com objetivos comerciais, assim como outras como o Dia dos Pais, o Dia das Mães e o Dia das Crianças, todas esses dias criados pra engordar a conta bancária dos lojistas. E o Dia dos Namorados ainda é mais lucrativo, pois além das lojas lotam os restaurantes e motéis. Isso demonstra o poder da publicidade no nosso país e consiste em mais uma situação em que o Brasil quer ser diferente do resto do mundo. Antes de pensarmos em como é romântico "curtir a noite a dois", vamos refletir sobre a verdadeira finalidade dessa data. O publicitário que criou essa data estava-se lixando para o romantismo, ele queria fazer os comerciantes ganharem dinheiro para ele também faturar devido à campanha publicitária que idealizou. O dia 14 de fevereiro é uma data milenar, pois homenageia São Valentim, que foi um bispo romano que ficou conhecido por celebrar casamentos numa época em que estavam proibidos por ordem do imperador, É esse que é o verdadeiro Dia dos Namorados e deve ser valorizado, não essa data inventada no Brasil para atender aos interesses de determinada classe.


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Rock in Rio, eu NÃO VOU nem que me paguem

Hoje se inicia o Rock in Rio, maior festival de música do mundo, que não honra a primeira metade do seu nome. Como é que esses otários têm a cara de pau de dizer que isso é um festival de Rock e usar esse nome, sendo que a maioria das atrações não têm nada a ver com rock? Elton John, Rihanna, Katy Perry, Ivete Sangalo, Cláudia Leitte, Buraka Som Sistema, entre outras coisas que têm tanto a ver com rock quanto Xuxa ou Eliana. O axé sempre tem que estar presente em qualquer lugar, já não basta essa encheção de saco aqui na Bahia, sobretudo a Cláudia Leitte com as suas canções "póeticas" como "Pirou minha cabeça e o coração feito bola de sabão" ou "Eu quero mais é beijar na boca e ser feliz daqui pra frente", agora essa putaria estará presente nessa "gororoba musical" que é o Rock in Rio. Uma vez, em 2001, o "gênio" Roberto Medina, idealizador do festival, teve a "brilhante" idéia de botar Carlinhos Brown para tocar no mesmo dia que Guns'n'Roses e Ultraje a Rigor. Que maluquice, Medina! Tu usas cachaça na salada ao invés de azeite? Isso é tão absurdo quando seria o Parangolé tocar num show com o Krisiun. Não deu outra, choveram garrafadas no "genial" músico baiano. O pior de tudo é que a mídia apóia essa desgraça sonora, exaltando esse festival como a melhor coisa do planeta, quando na realidade é apenas feito para encher o bolso de uns babacas. E ainda inventaram de trazer de Portugal, com tanta coisa melhor, um tal de Buraka Som Sistema, que faz um kuduro horrível e já fez parceria com uma funkeira. Mas não, eles preferem botar Rihanna, Katy Perry e Cláudia Leitte para agradar as patricinhas "miguxas". Só falta agora para piorar tudo inventarem um espaço infantil, com Xuxa, Maysa e Patati-Patatá e um espaço funk (não podemos discriminar a cultura da periferia, dos coitadinhos oprimidos pela sociedade e que utilizam a música para expressar a sua realidade social, né? hahahahahahahahaha). Mas é o fim da picada que o governo financia essa porcaria e distribui dinheiro para essa droga de festival com o pretexto de que "incentiva o turismo na cidade do Rio de Janeiro". O dinheiro público, nosso dinheiro, que poderia ser utilizado em prol da sociedade para melhorar o nosso país, está a ser empregado para patrocinar um festival de misturas abomináveis e enriquecer um milionário ganancioso. A Cidade do Rock foi construída com dinheiro público e o seu terreno foi doado pela prefeitura, além de contar com o apoio do "Mussolini brasileiro" governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral. Esse canalha não tem dinheiro para pagar melhor os bombeiros, mas tem para distribuir dinheiro para financiar esse lixo musical. Estou-me lixando para os turistas no Rio de Janeiro, o que eu quero é ROCK AND ROLL, música boa de verdade.
VAI-TE FERRAR, ROBERTO MEDINA
VIVA O ROCK AND ROLL E O HEAVY METAL
FORA AXÉ E KUDURO

sábado, 17 de setembro de 2011

Helena Paparizou, a musa do Eurovision 2005

Helena Paparizou é, sem dúvidas, um dos maiores nomes do europop da última década. Nasceu em 1982, na Suécia, filha de pais gregos. Desde cedo teve um grande interesse pela música. Começou a sua carreira musical em 1999, junto com o seu amigo Nikos Panagiotidis, formando o duo Antique, que representou a Grécia no Eurovision em 2001. No ano de 2003, os Antique separaram-se amigavelmente e Helena seguiu carreira solo, voltando para representar a Grécia em 2005 e vencer o festival com a canção My Number One. A música fez bastante sucesso em vários países da Europa. Desde 2004, Helena lançou nove álbuns de estúdio e possui canções em grego, inglês, sueco, francês e espanhol. Ela declarou que um dia pretende voltar ao Eurovision para representar a Suécia, seu país natal, e provavelmente participará do Melodifestivalen (pré-seleção sueca para o Eurovision) em 2012.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Censura não!

O Brasil saiu da ditadura militar em 1985 e desde 1988 está regido por uma Constituição democrática, que enuncia a liberdade como valor supremo, em várias dimensões, dentre elas a liberdade artística. Porém ainda existem magistrados que insistem em censurar obras artísticas apenas por considerá-las imorais ou achar que incitam algum delito. Neste ano, um juiz de Minas Gerais proibiu a exibição em todo o território nacional do filme sérvio "A Serbian Film - Terror Sem Limites" (Srpski Film), por entender que fazia apologia à pedofilia devido à presença de crianças. Todavia, eu assisti ao filme e vi que as crianças não eram utilizadas nas cenas mais fortes, nas quais é vedada a sua participaão. Mas ainda assim o juiz insistiu em proibir a exibição do filme em todo o Brasil, cometendo um retrocesso e demonstrando ser um indivíduo autoritário e antidemocrático. Esse gajo nem deve ter assistido ao filme e proferiu essa decisão sem fundamentos baseado no que ele pensa. Aposto que esse juiz é um galinha covarde que não agüenta ver sangue no cinema e adora assistir Teletubbies e Barney. Cai na real, doutor! Estamos numa democracia e cada um tem o direito a assitir ao que bem entender. Isso aqui não é Coréia do Norte, porra!
A LUTA CONTINUA QUANDO O POVO SAI À RUA!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O casamento imperial brasileiro

Como todos sabem, hoje ocorreu o casamento do príncipe britânico William com Catherine Middleton. Foi uma cerimônia magnífica que entrará para a história e foi fundamental para elevar a moral dos britânicos em tempos de crise. O matrimônio foi transmitido ao vivo em mais de 100 países, mostrando assim a influência que o Reino Unido mantém na cultura global. Vamos imaginar como seria se o Brasil fosse uma monarquia e como seria o casamento do príncipe imperial brasileiro.
1) Neste humilde país tropical, a noiva jamais chegaria pontualmente à igreja. Ela se atrasaria por no mínimo uma hora. Se o casamento fosse marcado para as nove, ela jamais chegaria antes das dez. É a "pontualidade" brasileira.
2) Haveria um congestionamento imenso no dia da cerimônia, devido ao intenso fluxo de veículos no local.
3) Muita gente ia-se embriagar na festa e haveria muitos escândalos, principalmente devido aos penetras.
4) Durante o desfile, a princesa jogaria as mãos pra cima e gritaria: "Alô, meu povo!"
5) Na hora em que o casal estivesse na sacada do palácio, a multidão gritaria "Beija, beija, beija" e esperaria um beijo chupado de cinco minutos.
6) Toda a cerimônia e a festa seriam bancadas com o dinheiro público e provavalmente haveria um superfaturamento da organização do evento.
7) Na festa de recepção haveria um show com Ivete Sangalo, Luan Santana e Parangolé e o casal dançaria o rebolation na frente do público.
8) O pessoal levaria bandeiras de times de futebol para assistir ao desfile dos noivos.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Nanne Grönvall, a rainha do schlager

Marianne Elisabeth Nordqvist Grönvall, mais conhecida como Nanne Grönvall, é uma das cantoras mais famosas da Suécia. Ela é uma das maiores represantantes do schlager, estilo musical popular característico dos países germânicos, como Alemanha, Áustria e Suécia. É casada com Peter Grönvall, filho de Benny Anderson, um dos integrantes do Abba. Nanne começou a sua carreira musical nos anos 80, como integrante do grupo Sound of Music. Em 1991, formou com o seu marido o grupo One More Time, que representou a Suécia no Eurovision em 1996. Em 1998 começou a sua carreira solo e já lançou cinco álbuns, tendo participado do Melodifestivalen (final nacional sueca para o Eurovision) em 2007. A maioria das suas canções é cantada no idioma sueco, algo que me admira bastante num país dominado pelo totalitarismo anglófono.
Eis um vídeo dessa magnífica cantora sueca.


sexta-feira, 8 de abril de 2011

Eurovision: Uma paixão

O Eurovision Song Contest (Festival Eurovisão da Canção) é um festival musical realizado anualmente na Europa desde 1956. É o maior concurso musical do ano e conta com a participação de quase todos os países europeus, além de Israel e Armênia, que estão na Ásia. Trata-se de um evento fascinante, pois através dele pode-se conhecer a diversidade e a qualidade da música européia. Comecei a gostar do festival em 2009, quando conheci cantoras como Ani Lorak (Ucrânia 2008), Helena Paparizou (Grécia 2005), Hadise (Turquia 2009) e Anjeza Shahini (Albânia 2004). Daí passei a pesquisar sobre o Eurovision e apaixonei-me. Acompanho as finais nacionais e não deixo de asssiti-lo pela televisão. O festival é disputado em duas semifinais e uma final. Classificam-se para a final os dez primeiros colocados de cada semifinal, mais os países do Big 5 (Alemanha, França, Itália, Espanha e Reino Unido) e o país anfitrião (vencedor do ano anterior), que neste ano coincidentemente é um país do Big 5, a Alemanha. Esses cinco países classificam-se diretamente para a final por questões financeiras, pois lá estão as maiores emissoras da Europa, que são quem mais contribui com verba a organização do festival. O sistema de votação consiste nos júris, nos quais cada país escolhe dez países e lhes atribui pontuações (12, 10, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 e 1), e o televoto, o que torna a escolha da canção vencedora algo mais democrático. Na década passada o festival foi dominado pelos países do leste europeu e Escandinávia, que venceram todas as edições entre 1999 e 2009. Apenas em 2010 um país do oeste venceu o Eurovision, mérito da fenomenal alemã Lena Meyer-Landrut. Neste ano o festival será disputado nos dias 10, 12 e 14 de maio. A minha canção favorita de 2011 é a da Polônia, um fantástico electropop em polonês interpretado por Magdalena Tul. Estou bastante ansioso para começar o festival e vê-la brilhar. BORA ARRASAR, MAGDALENA

quarta-feira, 16 de março de 2011

O Código penal, uma legislação muito banal

Agora falarei um pouco sobre o objeto de estudo do meu curso e da minha futura profissão: o direito. Comecarei a falar sobre o direito penal, que é a área que mais me atrai e me emociona.
O Código Penal Brasileiro possui, a partir do artigo 121, regras que enunciam as condutas tidas como criminosas e as suas penas correspondentes. Porém há algumas condutas que não deveriam estar ali, pois o bem jurídico que foi violado ao praticá-la não é tão relevante para ser protegido pelo direito penal. Por exemplo, o artigo 234, que prevê o crime de "escrito ou objeto obsceno":
"Fazer, importar, exportar, adquirir ou ter sob sua guarda, para fim de comércio, de distribuição ou de exposição pública, escrito, desenho, pintura, estampa ou qualquer objeto obsceno.
Pena: detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos; ou multa
Se interpretarmos essa lei ao pé da letra, chegaremos à conclusão de que a pornografia é proibida, portanto o dono da banca que vende revistas Playboy ou Sexy pode ser processado e preso; assim como se alguém fizer um desenho duma mulher pelada, por exemplo. Mas o pior desse artigo é o seu inciso III:
"Parágrafo único: Incorre na mesma pena quem:
{...}
III - realiza, em lugar público ou acessível ao público, ou pelo rádio, audição ou recitação de caráter obsceno"
Isso significa que se alguém recitar um poema de Bocage na rádio poderá ser enquadrado no 234, pois são vedadas as transmissões radiofônicas de caráter obscenos. Pois aqui na Bahia o que mais se ouvem nas rádios são músicas com letras bastante obscenas, tais como "Perereca pra frente, perereca pra trás"; "Rala a tcheca no chão"; "Me dá a patinha, sua cachorrinha"; etc. Segundo esse artigo do Código Penal, isso é um crime e quem faz essas transmissões pode ir para a cadeia.
Podemos considerar que o Código Penal Brasileiro é de 1940, portanto reflete os valores da sociedade daquela época. Nesses tempos a pornografia realmente era vista como algo imoral, indecente, portanto essa lei poderia fazer algum sentido. Porém, a sociedade mudou, muitos valores mudaram, porém a legislação continua defasada e não se adaptou as mudanças sociais ocorridas nas últimas décadas. Portanto, necessita-se urgentemente duma reforma no Código Penal para adequá-lo à nossa realidade e deixar de criminalizar certas condutas cujo grau de reprovação não é suficiente para ser considerada como criminosa.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Totalitarismo anglófono

Abordarei nessa mensagem um fenômeno que vem ocorrendo nas últimas décadas e que reflete em várias situações, como na música. Esse fenômeno é o totalitarismo anglófono, que consiste no domínio mundial do idioma inglês no meio musical e faz com que os artistas que cantam noutras línguas tenham dificuldades para alcançar o sucesso mundial. Existem excelentes cantores, cantoras e bandas que cantam noutros idiomas, porém não são reconhecidos mundialmente. Adoro música européia, sobretudo metal, rock e pop, acompanho o Eurovision e pesquiso sobre artistas de todo o mundo. Fico indignado porque ninguém conhece a maioria das minhas cantoras e bandas favoritas, que muitas vezes são provenientes de países do Leste Europeu. A minha cantora pop favorita chama-se Natasa Bekvalac (Sérvia), que já foi mencionada neste blog. Fico intrigado com o fato de ela não ser reconhecida pelo seu talento em várias partes do mundo, assim como outras cantoras como Ani Lorak (Ucrânia), Anzhelika Agurbash (Bielorrússia), Irina Dubcova (Rússia) e Marina Alieva (Cazaquistão). Quantas vezes a gente ouve numa rádio uma música em alemão, russo, sérvio, grego ou mesmo francês? Quantas vezes vemos uma cantora russa ou ucraniana aparecendo no VH1 ou na MTV? Muitos cantores e bandas decidem desprezar o próprio idioma e cantar em inglês para atingir o mercado mundial. Isso é algo que eu abomino. Isso é bem forte nos países nórdicos, onde a maioria dos artistas que fazem sucesso canta em inglês. Tal fato ocorre porque a grande mídia internacional despreza as músicas cantadas noutras línguas. Tenho certeza de que se os Scorpions cantassem em alemão ou se o Abba cantasse em sueco eles jamais fariam o sucesso global que fizeram. Tudo bem que o inglês é a língua dita "universal", mas bem que se poderia dar mais espaço para os artistas de outros países mostrarem a sua competência. Por que a Beyoncé pode ser uma estrela mundial e a Natasa Bekvalac não? Ambas são lindas e talentosas, apenas provêm de países diferentes e falam línguas diferentes.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Festival de Verão: cadê o metal?

Estou bastante indignado com as atrações do Festival de Verão de Salvador e, vendo essa situação, percebo que essa "mistura de ritmos" do festival não passa duma grande hipocrisia. Eles dizem ser "movidos pela mistura", porém o metal é um estilo bastante ignorado. Nessa festa só se apresentam os que estão na moda, que são a febre do momento, como Luan Santana, Parangolé e essas bandas coloridas ridículas cujos integrantes se dizem "rockeiros". Aonde aquele pop adolescente ridículo pode ser chamado de rock? E por que essa discriminação toda com o metal? Até parece que ninguém na Bahia curte o estilo. Se existe a Casa do Samba e a Casa do Pagode, por que não a Casa do Rock? Sim, uma Casa do Rock com bandas de metal e outros estilos de rock privilegiando as bandas locais. Além disso, já passou da hora de haver uma banda representando o estilo no palco principal, tipo Angra, Sepultura, Krisiun, Stress e até mesmo uma banda de black metal como Sarcófago, Ocultan, Miasthenia ou Luxúria de Lilith. Mas parece que os organizadores pensam somente na massa acéfala que adora dançar o Rebolation ou pular ao som das músicas "poéticas" do Asa de Águia. E nós que gostamos de música de qualidade continuamos a ser ignorados.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Lena Meyer-Landrut, a grande revelação pop de 2010

Alô terráqueos! Apresento-lhes essa bela cantora alemã, Lena Meyer-Landrut, que conquistou o coração dos jovens europeus e tornou-se a nova estrela do europop. Lena venceu do Eurovision Song Contest, maior festival musical do mundo, cantando a canção Satellite, que se tornou um grande sucesso, permanecendo por semanas no topo das paradas de vários países. Antes de participar do festival ela nunca havia cantado profissionalmente, porém demonstrou uma grande competência e principalmente carisma para cativar o público europeu e tornar-se uma diva com apenas 19 anos.

Galera, vejam esse blog, muito legal!
www.crazyproductionss.blogspot.com

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A degradação da música brasileira contemporânea

Hoje estou aqui para desabafar sobre algo que me apoquenta bastante: a decadência vivida pela música brasileira nos últimos anos. O Brasil é um país que possui grandes artistas de MPB, como Caetano Veloso, Chico Buarque, Beto Guedes, Maria Bethânia e Elba Ramalho. Também há excelentes bandas de rock, como Titãs, Capital Inicial, Kid Abelha, Ultraje a Rigor, Legião Urbana, etc. Isso sem falar nas bandas de metal que eu adoro, como Sepultura, Angra, Krisiun, Stress, Miasthenia, Luxúria de Lilith, Salário Mínimo, Comando Nuclear, etc. Porém a partr da década de 1990 o cenário musical brasileiro tem passado por um grande declínio, com a ascenção da axé music, estilo puramente comercial, com uma melodia horrível e letras sem nenhuma criatividade. Além disso houve a deterioração do forró, com o surgimento de bandas como Magníficos, Mastruz com Leite e Calcinha Preta, que representam o chamado forró eletrônico, que transformou um estilo tradicional da cultura nordestina em letras que falam de sexo, prostituição e bebidas. Também ocorreu a divulgação do funk carioca, gênero que vulgariza a imagem das mulheres chamando-as de "cachorras", além de muitas vezes ser patrocinado por traficantes em bailes nas favelas. Recentemente houve o advento do sertanejo universitário, estilo que não tem nada a ver com as modas de viola dos anos 70 e 80 e possui letras horríveis que falam sobre traição e bebidas, além de banalizar as mulheres em letras como: "Não era pra você se apaixonar era só pra gente ficar" ou "O jeito é dar uma fugidinha com você". Agora apareceu esse tal de Luan Santana, que parece que caiu de pára-quedas. Aonde aquilo é sertanejo? Aquilo está mais para um pop adolescente horrível que encanta milhares de mulheres que possuem seixo na cabeça ao invés de miolos. E para piorar, surgiram essas bandinhas coloridas de adolescentes retardados que se dizem rockeiros. Enquanto esses parvos estão nadando no dinheiro, quem faz música de qualidade no Brasil passa dificuldade, como é o caso das bandas de metal e algumas de rock, que são desvalorizadas, sobretudo aqui na terra do axé e do carnaval.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Educação: a chave para o desenvolvimento

Hoje falarei sobre um tema muito importante para o futuro do país e do planeta: a educação. Essa é uma grande deficiência do Estado brasileiro e necessita duma reforma urgente. Enquanto se gasta muito dinheiro com benefícios para deputados e senadores, as escolas públicas estão a piorar cada vez mais devido ao descaso das autoridades. Tem sorte quem pode pagar uma escola particular, que serve para suprir as carências do ensino público. Há países como a Finlândia, a Suécia e a Coréia do Sul que são referências em educação e nessas nações quase não há colégios particulares, visto que o sistema educacional público é excelente. Há países onde o aluno pode escolher as disciplinas que desejam estudar, porém aqui somos obrigados a engolir disciplinas que não nos servirão, tornando o ensino médio, sobretudo o terceiro ano, uma "masturbação intelectual". Essa etapa do ensino no Brasil é voltada exclusivamente para a preparação para o vestibular, sem se preocupar em desenvolver um estudo reflexivo que forme cidadãos politizados. A educação brasileira prioriza o ensino das ciências exatas e biológicas, menosprezando as ciências humanas, portanto estudantes que fazem direito chegam à faculdade com pouquíssima base filosófica, sociológica e política e nõs ainda temos que aturar geometria analítica, trigonometria e todas essas pentelhações de exatas. Geralmente a carga horária de exatas e biológicas é maior, por exemplo três aulas semanais de matemática e duas de história. Precisamos mudar os rumos da educação para construir uma nação melhor.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Lana Jurčević, a bela voz da Croácia


Falo hoje sobre essa bela jovem cantora croata. Nascida em Zagreb, em 7 de novembro de 1984, Lana Jurčević é uma das cantoras pop mais conhecidas do seu país. Ela é super bonita, tem uma voz linda e a sua música é encantadora. A Croácia, assim como as outras repúblicas da antiga Iugoslávia, possui uma música de excelente qualidade que infelizmente não é muito divulgada no ocidente.
Eis o novo clipe de Lana Jurčević:

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Um país admirável


Hoje falarei mais sobre a Sérvia. Tenho uma grande admiração por essa nação, sou fascinado pela sua cultura, história e principalmente a música. Comecei a gostar da Sérvia quando passei a escutar as músicas de lá, a partir de 2008. Tenho muita vontade de ir lá para conhecer de perto as maravilhas daquelas terras.
A Sérvia localiza-se nos Balcãs, região localizada ao sul da Europa Oriental. Ela é uma das repúblicas que compunham a antiga Iugoslávia. E dividida em três partes: Sérvia Central, Vojvodina e Kosovo, sendo que esta província é palco de conflitos com os albaneses, que acham que têm o direito de tomá-la dos sérvios, sendo que o Kosovo sempre pertenceu a Sérvia.
O estado sérvio foi formado no século IX e entre os séculos XIV e XV foi conquistado pelos turcos. A Sérvia recuerou a sua independência em 1817, tornando-se um principado e, em 1882, um reino. O território correspondia à Sérvia Central e Montenegro. Após a Segunda Guerra Mundial, o território sérvio expandiu-se e incorporou a Vojvodina, a Croácia e a Bósnia, antes dominadas pelo Império Austro-Húngaro; e o Kosovo e a Macedônia, que estavam sob o controle do Império Turco-Otomano. O país passou a chamar-se Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos e em 1929 recebeu o nome de Iugoslávia, que significa terra dos eslavos do sul. Em 1941, o reino foi invadido pelos nazistas, que exterminaram sérvios e judeus e criaram o Estado Independente da Croácia, comandado por Ante Pavelic, do partido nazista da Ustaše. Em 1945, um movimento de resistência tomou o poder e instalou a República Socialista da Iugoslávia, que durou até o início dos anos 90, quando foi desmembrada por meio de sangrentas guerras. Formaram-se quatro países: Croácia, Eslovênia, Macedônia e Bósnia-Herzegóvina. O nome Iugoslávia foi usado até 2002, quando foi mudado para Sérvia e Montenegro. Em 2006, o Montenegro separou-se por meio dum referendo.
Eu queria visitar as repúblicas da ex-Iugoslávia e conhecer mais a sua história. Infelizmente a mídia distorce a imagem dos sérvios, fazendo-os parecer violentos, quando muitos dos tais "crimes de guerra" foram executados para defender o povo sérvio das injustiças cometidas por outros povos, como os albaneses no Kosovo, que perseguem a população de etnia sérvia nesse território. O Kosovo é e sempre será da Sérvia, Kosovo je Srbija.


Kosovo je Srbija

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Educação nota zero

A educação no Brasil é bem deficiente, isso todos sabem. O mais absurdo é que o nosso ensino é voltado mais para as ciências exatas e biológicas, pois essas disciplinas gozam de maior previlégio no nosso sistema eucacional, prova disso é que sempre nas escolas a carga horária de exatas é maior do que a de humanas.
Isso se deve bastante à ditadura militar, que retirou do currículo escolar as disciplinas de filosofia e sociologia, pois estimulavam o desenvolvimento do senso crítico, o que não era vantajoso para um governo autoritário. Eles privilegiaram o ensino das exatas e encheram os brasileiros de inutilidades como logaritmos, funções trigonométricas e sistemas lineares. Isso pode ser importante para certas áreas, como engenharia, mas é inútil para a cultura geral. De que nos interessa estudar os movimentos no vácuo, se não vivemos no vácuo? Só quem vive lá deve ser os elaboradores das provas do vestibular, que exageram na extensão do programa de exatas.
Isso nos deixou um legado até hoje, em que matemática e física tem três aulas semanais, ao passo que história e geografia somente tem duas. Isso prejudica os estudantes de humanas, que chegam à faculdade sem nenhuma base sociológica e filosófica e com uma bagagem muito fraca de história, ao contrário do que ocorre com os estudantes de exatas, que chegam a universidade tendo uma boa base de matemática e física, pois já estudaram vários conteúdos, assim como os estudantes da área de biológicas, que já entram na faculdade tendo estudado células, ácidos nucléicos e todas aquelas babaquices que somos obrigados a aturar. A biologia possui uma parte boa, excelente, como zoologia, botânica, taxonomia, fisiologia humana e ecologia; porém citologia ninguém merece.
Os proegramas do vestibular de física, química, biologia e matemática são gigantescos, cobrando assuntos complexos que não possuem muita importância para estudantes doutras áreas, ao passo que em história e geografia, sobretudo história, aprendemos muito pouco e sempre os mesmos temas, dese a quinta série até o terceiro ano colegial. Não consigo compreender porque estudamos números complexos em matemática, porém em história ensina-se muito pouco história antiga e não se ensinam vários tópicos interessantes, como história da Índia, do Japão, da China e do leste europeu. Temos um ensino de história limitado à América e Europa Ocidental. Não esudamos os países nórdicos nem a Europa Oriental, como os Balcãs, por exemplo. Durante os século XIX e XX houve importantes eventos históricos na península balcânica, como a formaçao da Sérvia e da Grécia e as guerras balcanicas na década de 1910, quando a Sérvia recuperou o Kosovo e a Macedônia, tendo ocorrido também a formação do estado albanês. Porém não há um interesse por esse estudo histórico, fazendo com que tenhamos uma visão de mundo limitada ao Ocidente.
Outro ensino que é bastente precário no Brasil é o de idiomas, pois o inglês da escola não sai do verbo to be (verbo tóbi para os íntimos) e não há uma preocupação em exercitar a pronúncia e a compreensão auditica, tornando as aulas monótonas e irrelevantes. Em vários países europeus, como a Suécia, quase toda a população fala a língua inglesa fluentemente, tendo-a aprendido na escola, enquanto que aqui temos de recorrer a escolas de idiomas, pois nos colégios geralmente apenas se ensina gramática na base da decoreba.
Dever-se-ia fazer uma reforma no ensino brasileiro, equiparando os currículos de humanas, exatas e biológicas e aprimorando o ensino de línguas, introduzindo-se o inglês obrigatoriamente a partir da primeira série e uma segunda língua a partir da quinta, que poderá ser espanhol, francês ou alguma outra. Também deveria ser instituido o ensino das línguas minoritárias onde elas são faladas, como o alemão e o italiano nalgumas cidades do sul. Aprender idiomas estrangeiros é importante nesse mundo globalizado e poderia haver maior preocupação dos órgãos públicos no incentivo do aprendizado.

quarta-feira, 31 de março de 2010

A diversidade linguística no nosso país

Vivemos numa nação multilingüe, ou seja, no Brasil, além do português, são faladas várias línguas minoritárias. Pode citar-se como exemplo as línguas indígenas, atuamente utilizadas somente em regiões isoladas, principalmente na região Norte. Muitas línguas foram extintas, pois quando Cabral chegou aqui eram faladas mais de 1000 línguas, porém atualmente são somente 180, sendo que boa parte delas corre risco de extinção e a maioria conta com menos de mil falantes.
A principal língua indígena do Brasil foi o nheengatu, ou língua geral amazônica, língua de contato criada pelos jesuítas para comunicar-se com os índios. Também conhecida como língua brasílica, foi proibida em 1758, por um decreto do Marquês de Pombal, que instituiu o português como a única língua oficial da colônia, proibindo assim o uso das línguas indígenas, o que fez entrarem em declínio as chamadas línguas gerais. Existiu também a língua geral paulista, hoje extinta. O nheengatu atualmente é falado por aproximadamente trinta mil pessoas no estado do Amazonas, sobretudo no norte do estado, onde funciona como língua de comunicação entre os índios e caboclos da região. Recentemente, o município de São Gabriel da Cachoeira, Amazonas, sancionou uma lei que instituia como idiomas co-oficiais o nheengatu, o tucano e o baniwa, muito usados no município, que é o município onde existe a maior quantidade de línguas faladas no Brasil. Foi o primeiro local no Brasil a instituir outras línguas além do português como oficiais.
Engana-se porém quem pensa que no Brasil somente existem línguas indígenas como minoritárias, pois também há as línguas de imigrantes, principalmente na região sul. Nessa região fala-se em certas cidades o alemão, principalmente o dialeto falado na região do Hunsrück, donde veio a maior parte dos imigrantes que se estabeleceram no sul. Ele é falado na em Santa Catarina, principalmente na região do Vale do Itajaí, sobretudo na cidade de Pomerode e, em menor escala, em Blumenau, terceira maior cidade do estado. No Rio Grande do Sul, é falado nalgumas cidades como Santa Cruz do Sul e Presidente Lucena, sendo que na última é usado por 90% da população, tornando-a a cidade no Brasil onde mais se fala outro idioma.
Temos também o talian, dialeto italiano falado nas zonas rurais de colonização italiana do Rio Grande do Sul e no oeste de Santa Catarina. É uma variação da língua vêneta, falada na região do Vêneto, donde veio maior parte dos italianos que se estabeleceram no sul.
Não se pode esquecer do espanhol, que é bastante falado nas regiões de fronteira, como em Foz do Iguaçu, no Paraná e em Uruguaiana e Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul. No sul, o espanhol muito utilizado no turismo, pois é uma região que atrai uma grande quantidade de turistas hispanófonos.
No Espírito Santo fala-se também o idioma pomerano, língua germânica ocidental falada pelos pomeranos, povos que habitavam a Pomerânia, província da antiga Prússia, que foi anexada à Polônia e uma parte à Alemanha. Esse é uma língua extinta na Europa, que é falada atualmente apenas no Brasil. Recentemente, nos municípios de Pancas, Vila Pavão, Domingos Martins, Santa Maria de Jetibá e Laranja da Terra, foi implantado o PROEPO (Programa de Educação Pomerana), que oferta a língua pomerana nas escolas públicas como forma de preservação cultural. Nessas cidades houve a co-oficialização desse idioma, como ocorreu em São Gabriel da Cachoeira com as línguas indígenas.
Até o final da década de 30, o ensino em várias cidades do sul era em alemão ou italiano, porém a ditadura fascista de Vargas proibiu o uso dessas línguas, pois Vargas era um ufanista que defendia a política de "uma língua, uma nação". Isso contribuiu para o declínio desses idiomas e um silenciamento por parte da população, que passou a utilizá-los mais restritamente. Somente nos útlimos tempos tem-se tentado reviver essas línguas com a sua inclusao no currículo escolar onde elas são faladas.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Índia: várias nações em uma

A Índia é um país muito interessante, com uma cultura bem diversa, mais de 400 línguas, tornando-a o país com a terceira maior diversidade lingüística do planeta. Nesse país também há uma gigantesca indústria cinematográfica, pouco conhecida na América Latina. Os filmes indianos são maravilhosos e costumam vir com clipes de belas músicas, pois os indianos apreciam bastante a arte da dança. Ao contrário do que muitos pensam, não existe somente Bollywood na Índia. Bollywood é o nome dado ao cinema produzido em hindi, principal língua do país. Mas existem indústrias cinematográficas noutras línguas, como Tollywood (em télugu, língua falada no estado de Andhra Pradesh), Kollywood (em tâmil, falado em Tamil Nadu) e Ollywood (em Oriya, idioma do estado de Orissa). Porém infelizmente aqui no Brasil este cinema não é divulgado, portanto não se encontram filmes indianos em português. Os únicos filmes produzidos na Índia que foram lançados nos cinemas brasileiros foram Gandhi e Quem Quer Ser um Milionário, ambos vencedores do Oscar de melhor filme. Alguns filmes foram lançados em DVD, como Missão Kashmir, Um Casamento à Indiana, Lagaan e Vingador da Noite (Krrish), porém são raríssimas as locadoras em que eles estão disponíveis. O jeito é baixar na internet e assistir com legendas em inglês. É uma pena que uma cultura fascinante como a indiana não seja divulgada aqui e tenha virado modinha com uma novela. Mas o que a Globo não faz, hein! Quando passava a novela, todo mundo era indiano, falava aquelas expressões tipo Are Baba, ouvia música indiana. Mas a novela acabou (ainda bem), e agora? Ninguém mais fala em dálits e brâmanes, como se a Índia fosse somente isso. Já tentei assistir a essa novela, mas não suportei, pois toda hora o pessoal dizia Are Baba, Atchá, etc. Isso é ridículo, pois cria um estereótipo cultural, coisa em que a Globo é mestre. A Índia é um paraíso para os aficionados por idiomas, pois lá cada estao possui uma língua oficial e para a comunicação nacional utiliza-se normalmente o hindi ou o inglês. Aqui pode ver-se essa diversidade:
http://en.wikipedia.org/wiki/Languages_of_India

domingo, 21 de março de 2010

Idioma sérvio

Vou-lhes explicar algo sobre este belo idioma falado na região dos Balcãs e que é o meu predileto para escutar música. O sérvio é uma língua eslava meridional, falada na Sérvia, em Montenegro e na Bósnia. É escrito com dois alfabetos, o cirílico (utilizado no russo) e o romano (o nosso). Quando se utiliza o alfabeto romano, ou latino, acrescentam-se alguns caracteres especiais com diacríticos:
č: tem som de tch, como em tchau
ć: possui esse mesmo som, mas com uma entonação diferente
đ: tem som de dj, como em John
Dž: possui o mesmo som do anterior, porém mais forte
š: tem som de sh, como em shampoo
ž: tem som de g, como em gente
Algumas letras possuem sons diferentes do português:
j: pronuncia-se como i
c: tem som de ts, como em pizza
Por exemplo, Nataša Bekvalac pronuncia-se Natasha Bekvalatch, Lana Jurčević (uma cantora croata) pronuncia-se Lana Iurtchevitch.
Durante muito tempo, até o início dos anos 90, considerava-se havendo língua única na Iugoslávia, o servo-croata. Porém, com o desmembramento dessa nação, houve a separação das línguas sérvia, croata e bósnia. Na verdade, sempre houve essas três línguas, porém elas foram "unidas" pelo governo socialista da Iugoslávia. Há algumas diferenças entre as línguas, porém elas não são muitas, um sérvio entende muito bem um croata e vice-versa.
http://http://en.wikipedia.org/wiki/Differences_between_standard_Bosnian,_Croatian_and_Serbian
Esta página da wikipédia explica a diferença entre as línguas. Está em inglês, pois não se encontra em português.